sexta-feira, 5 de abril de 2013

My Little Universe - Lyrics


My Little Universe


My little universe is expanding
Slowly
Those who know me
Say I'm growing every day

Beautiful emptiness surrounds me
I take small steps
I'm making progress in a nonspecific way

Here I am king
I decide everything
I let no one in
No one
No one
No one

Limited consciousness preserves me
It protects me
Just connects enough to keep the walls at bay

My little universe is expanding
Slowly
Those who know me
Say I'm growing every day

Here I am king
I decide everything
I let no one in
No one
No one
No one










Soothe My Soul - PROMO CD Single


quinta-feira, 4 de abril de 2013

Canções influenciadas pelo "mundo externo"


Todos conhecem a introspecção nas composições do Martin; todos sabem que suas letras desdobram-se sobre experiências pessoais; porém, indivíduo culto e artista completo que é, ele também engloba em seus trabalhos líricos influências "externas" — muitas de suas canções fazem alusão à Bíblia, outras remetem à Literatura, *et cætera*.

Abaixo, algumas destas canções influenciadas pelo "mundo externo":




"Tora! Tora! Tora!" (1981)

7 de dezembro de 1941. Dia amanhecendo. A baía de Pearl Harbor (base naval norte-americana, localizada no Havaí) é atacada por uma esquadrilha de aviões de caça e bombardeiros japoneses, que desmantelam a força-tarefa ali ancorada. No dia seguinte, o presidente Franklin Delano Roosevelt declara guerra ao Eixo.

O código usado pelos japoneses para o início do ataque foi "Tora! Tora! Tora!". (Em japonês, *tora* [タイガー] significa "tigre".)

Dicas de leitura:

"Midway" (1951), de Mitsuo Fuchida e Masatake Okumiya, e "Tora! Tora! Tora!" (1963), de Gordon W. Prange.

Dicas de filmes:

"Tora! Tora! Tora!" (EUA/Japão – 1970), de Richard Fleischer, Kinji Fukasaku e Toshio Masuda, e "Pearl Harbor" (EUA – 2001), de Michael Bay.



"My Secret Garden" (1982)

Inspirada no livro infantil inglês "O Jardim Secreto" ("The Secret Garden" – 1911), da autora inglesa Frances Hodgson Burnett.

O livro conta a história da órfã Mary Lennox, que depois da morte de seus pais por um surto de cólera, na Índia, vai morar com seu tio, o austero *lord* Archibald Craven, no interior da Inglaterra. Lá, ela fica entediada com o ar sombrio que a casa adquiriu depois da morte de sua tia — seu tio trata o filho como um doente e a casa é cercada de regras. Sem ter o que fazer dentro de casa, ela sai em busca de aventuras na enorme propriedade rural e, sem querer, descobre, encoberto pelas folhagens, um belíssimo jardim — ela passa a visitá-lo diariamente e o chama de "meu jardim secreto".

No decorrer da trama, ela descobre que o jardim era o lugar preferido de sua tia e que depois de sua morte, dez anos antes, seu tio proibiu a entrada de todos lá. Num certo dia, ela leva seu primo Colin, que vive em cima de uma casa, num quarto escuro, ao jardim. Lá, eles passam os dias a brincar, cuidam das plantas, e a saúde do garoto melhora a olhos vistos. Depois de chegar de uma longa viagem de negócios, *lord* Archibald se depara com o seu filho feliz e saudável e a paz volta a reinar no lar dos Craven.

Dica de leitura:

Obviamente, a supracitada obra literária.

Dica de filme:

"O Jardim Secreto" ("The Secret Garden" – Inglaterra – 1993), de Agnieszka Holland.


"The Love Thieves" (1997)

"Jonas e a baleia", citados na letra da canção, é um episódio bíblico do Antigo Testamento.

Jonas foi um profeta que recebeu de Deus a missão de ir à cidade de Nínive, como Seu porta-voz, para que a população parasse com a iniqüidade que havia tomado conta do local; no entanto, Jonas desobedeceu a Deus e fugiu, escondendo-se num porão de um navio com a certeza que Ele não o encontraria; porém, onipresente/onisciente que é, Deus mandou uma grande tempestade e o navio naufragou, ficando Jonas à deriva. Para mostrar-lhe Sua compaixão, Deus mandou uma baleia e Jonas foi na barriga dela até uma praia, à salvo. 

Maravilhado com tanta benevolência, Jonas finalmente obedeceu a ordem de Deus e foi até a cidade. Chegando lá, ele avisou aos moradores que se não parassem de pecar, Deus destruiria a cidade em quarenta dias. Os moradores arrependeram-se e Deus os perdoou.

Dica de leitura:

Bíblia – Antigo Testamento.



"John the Revelator" (2005)

O "Livro do Apocalipse" (chamado também "Apocalipse de São João") é um tomo da Bíblia e o último da seleção do Cânon bíblico.

A palavra "apocalipse", do grego *αποκάλυψις*, significa "revelação". Um "apocalipse", na terminologia do judaísmo e do cristianismo, é uma revelação divina, feita por intermédio de um profeta escolhido por Deus — por extensão, passou a ser designado "apocalipse" os relatos provindos destas revelações. 

Devido ao fato de se usar o título "Apocalipse", e não "Revelação", o real significado da palavra ficou obscuro, sendo, não raro, usado como errôneo sinônimo de "fim do mundo". 

Para os cristãos, o "Livro do Apocalipse" possui a previsão dos últimos acontecimentos antes, durante e após o retorno do Messias de Deus. (Alguns cristãos entendem que os acontecimentos previstos no tomo já teriam começado.)

A literatura apocalíptica tem uma considerável importância na história da tradição judaico-cristã-islâmica, ao veicular crenças como a ressurreição dos mortos, o Dia do Juízo Final, o Céu, o Inferno e tantas outras que são ali referidas de forma tácita.

"Quando o Cordeiro abriu o sétimo selo, houve silêncio no céu por cerca de meia hora. Então, vi os sete anjos que permaneciam em pé diante de Deus, e lhes foram dadas sete trombetas."

(Apocalipse 8:1 e 2)

Dica de leitura:

Bíblia – Novo Testamento.



"Jezebel" (2009)

Jezebel (ou Jezabel) foi uma princesa fenícia, filha do rei dos sidônios, Etbaal. Casou-se com o rei de Isarel, Acab, com o objetivo de fortalecer as relações entre as duas civilizações inimigas. 

Mesmo depois de seu casamento, Jezebel continuou a adorar os deuses fenícios e a combater a imagem do deus israelita. Mulher à frente de seu tempo, independente e determinada, fazia de tudo para que seus objetivos fossem alcançados — com o dinheiro público, por exemplo, sustentou profetas fenícios e pretendia erigir um templo dedicado ao deus Baal.

Após uma revolta contra sua família, liderada pelo comandante Jeú, que findou com a morte de seu filho, ela partiu em desafio ao mentor da rebelião e terminou, por ordem do mesmo, jogada pela janela. Seu sangue atingiu as paredes e os cavalos e cães devoraram seu corpo (assim como o profeta Elias havia dito que seria).

Por causa desta rainha, o nome "Jezebel" encontra-se, por via de regra, associado a mulheres sedutoras e/ou sem escrúpulos.

Dica de leitura:

Bíblia – Antigo Testamento.





Crédito: Marcel Koury